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03/05/2012

Revitalização do Terminal Cidade de Florianópolis

Os canteiros de obras já estão prontos e as intervenções no Terminal Cidade Florianópolis vão começar pela plataforma 5. As inclinações das extremidades serão mais rebaixadas para colocação de um piso especial à acessibilidade.
Terminal Cidade de Florianópolis
foto/divulgação
O prazo para conclusão da obra é de quatro meses, com um custo total de R$ 523 mil. A empresa vencedora da licitação foi a Mundial Serviços LTDA.

Para o vice-prefeito e secretário de Transporte, Mobilidade e Terminais, João Batista, a segurança e economia da região serão beneficiadas. “O terminal reformado trará mais humanização para a região do Terminal” disse.

A reforma do Terminal contemplará novos banheiros públicos, além do cerceamento de toda a estrutura e rampas para acessibilidade. A estrutura vai receber nova pintura e uma base da Guarda Municipal. Após o término da reforma, de acordo com o vice-prefeito, todas as linhas intermunicipais passarão a desembarcar no Terminal Cidade de Florianópolis.

Nota do Editor:
Antes tarde do que nunca, as obras públicas demoram mas saem. A promessa (como vemos no vídeo da RBSTV) já é antiga.

19/01/2011

Sai em 2011 sistema integrado de transportes em Palhoça

Novo sistema inter-modal será entregue até setembro deste ano na cidade de Palhoça.
Nesta terça-feira foi dado mais um passo no implantação do Sistema Integrado do Transporte Coletivo de Palhoça, na Grande Florianópolis. O prefeito Ronério Heiderscheidt assinou a ordem de serviço que permite o início das obras do terminal central de transbordo. Todo o sistema foi orçado em R$ 10 milhões que virão da iniciativa privada. A empresa Jotur é a responsável pelo projeto.

Segundo o gerente operacional da empresa Jotur, Renato Christ, a obra vai iniciar imediatamente, e a previsão é de que em setembro deste ano o Sistema Integrado entre em operação.

O que será feito:
O terminal central de transbordo será construído na Ponte do Imaruim e fará ligação com o ponto de embarque e desembarque do Sistema de Transporte Marítimo de Palhoça, que também está em fase de implantação.

O novo sistema:
O Sistema de Transporte Público do município é formado por linhas alimentadoras e linhas troncais e contará com quatro estações de transbordo e duas de integração.

Com a implantação das estações de transbordos em áreas estratégicas de Palhoça — como a estação principal no Centro — vai dobrar o horário das linhas de ônibus, passando de 290 para 928 horários por dia.

Os benefícios:
De acordo com a assessoria da prefeitura, este sistema deve diminuir o número de travessias nas pontes Colombo Salles e Pedro Ivo Campos, que levam a Florianópolis — hoje é de 900 e irá passará para 400 vezes por dia.


Novo sistema desafogará o trânsito em Palhoça
Atualmente, em alguns bairros, os moradores têm que ir até a capital para pegarem um ônibus que leve ao Centro de Palhoça, por exemplo. Isso não ocorrerá mais com o novo sistema integrado do município que permitirá uma melhor integração entre os bairros. — A obra irá melhorar a questão da mobilidade urbana na região metropolitana — afirmou Heiderscheidt. Ele também acredita que essa obra vai representar um ganho importante para a qualidade de vida dos 130 mil moradores da cidade. — Vai oxigenar o Centro, incrementando o comércio e a prestação de serviço, por onde mais de 10 mil pessoas irão circular.
Outros pontos importantes do projeto serão a implantação do cartão eletrônico e de um modelo de rastreamento de frota via Sistema de Posicionamento Global (GPS).


Matéria Adap/Imagem: Blog No Trajeto
Fonte: Diário Catarinense

Via Expressa, ligação entre Capital e BR-101 será quadruplicada

Via Expressa: ligação à Capital
Com um fluxo diário de mais de 100 mil carros e trânsito congestionado nos horários de pico, a Via Expressa entra no planejamento do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT/SC) para quadruplicação. A empresa para fazer o projeto de ampliação da rodovia já foi contratada.
O trecho, da cabeceira das pontes de Florianópolis à BR-101, pertence à BR-282 e tem 5,6 quilômetros de extensão. Só o projeto deve custar R$ 6,5 milhões e será financiado pelo Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC-2). Segundo o DNIT/SC, é levada em conta a complexidade do projeto. A rodovia passa no meio de uma zona altamente urbanizada e recebe o fluxo de vários bairros de Florianópolis, São José, Palhoça e Biguaçu, além de ser o principal acesso à Capital.

A obra será licitada após licenciamento ambiental e a conclusão e aprovação do projeto. Segundo o superintendente do DNIT/SC, João José dos Santos, em 2012 as obras devem começar. Os problemas de tráfego, porém, devem ser estudados em conjunto com o governo do Estado e as prefeituras de São José e Florianópolis. — Ao longo das últimas décadas, Florianópolis adotou como único acesso a Via Expressa. O problema só será resolvido com outras alternativas além da quadruplicação, como por exemplo a reativação da ponte Hercílio Luz — diz João José.

Além da quadruplicação, está previsto no projeto o estudo de construção de ruas laterais, ciclovia e viadutos próximo ao Shopping Itaguaçu, em São José, e até na entrada do bairro Forquilhinhas. — O objetivo é separar o trânsito local do que vem de todas as outras localidades de Santa Catarina — diz João José.

Segundo o superintendente, o Ministério dos Transportes autorizou inserir no projeto da ampliação da BR-282 um estudo de vialibilização de uma terceira ponte do continente à Baía Sul. Para ele, o fluxo na entrada de Florianópolis só vai ser resolvido com a criação de outros acessos à Ilha.


Nota do Blog:
A obra é muito importante para descongestionar o fluxo de veículos na ligação entre Ilha e Continente, entretanto há de se pensar em outra forma de ligação, 4ªponte ou túnel sub-aquático são obras para serem realizadas rapidamente, antes que o trânsito entre num 'colapso'.

Fonte: Jornal Hora de SC
Divulgação: Blog No Trajeto

05/01/2011

Projetos que envolvem a mobilidade urbana são apresentados para o Gov. Raimundo Colombo

O Prefeito Dário Berger apresenta projetos ao governador do Estado, Raimundo Colombo. Entre eles o elevado sobre o Trevo da Seta,a duplicação da SC-401 e a terceira pista da SC-401.O prefeito também pediu a continuidade da parceria, para fazer obras estruturantes,como ocorria na gestão anterior
O Gov. Raimundo Colombo analisa
os projetos de infra-estrutura
Em seu quinto dia de mandato,  o governador Raimundo Colombo visitou na tarde desta quarta-feira o prefeito Dário Berger. Satisfeito com a visita, o prefeito ressaltou a importância da cidade de Florianópolis no cenário político em Santa Catarina e pediu a continuidade da parceria com o governo do estado, como vinha ocorrendo na gestão anterior. “Vamos ampliar a parceria entre a prefeitura e o governo para resolver os problemas emergenciais”, sugeriu o prefeito ao se referir à segurança pública e a mobilidade urbana.
Ao apresentar as obras para o Governador Raimundo Colombo, Dário Berger destacou a conclusão do elevado sobre o Trevo da Seta, que deve ser entregue à população nos próximos 60 dias. Outra relevante melhoria para a Capital é a construção da 3ª pista da SC- 405, no Sul da Ilha. A obra, que terá cerca de cinco quilômetros de extensão, deve desafogar o trânsito nos horários de pico e na alta temporada.
Entre as prioridades apresentadas ao governador, destaca-se a duplicação da SC- 401, desde o acesso da praia de Jurerê Internacional até a entrada da praia de Canasvieiras.



Matéria Adap.: Blog No Trajeto
Fonte: PMF     

01/12/2010

Problemas no Terminal Rodoviário Rita Maria

Goteiras e pedaços de granito e argamassa que estão se desprendendo das paredes e do teto. Esses são apenas alguns dos problemas do Terminal Rodoviário Rita Maria, em Florianópolis.


Obras emergenciais
 
O prédio do terminal, uma das portas de entrada da Capital catarinense, deve passar por obras emergenciais. De acordo com a Defesa Civil, trata-se de reparos pontuais de prevenção que, se feitos rapidamente, não representam perigo aos usuários.

O Deter, que administra o local, constatou a precariedades na infraestrutura do prédio e solicitou que a Defesa Civil fizesse vistorias. Depois de dois laudos técnicos — um do Deter e outro da prefeitura — um decreto foi assinado pelo prefeito Dário Berger concluindo que o terminal necessita de reparos urgentes para garantir a segurança dos usuários. — São questões bem pontuais, que não afetam a estrutura do prédio — garante Maximo Porto Seleme, diretor da Defesa Civil Municipal.

O custo dos reparos está estimado em, aproximadamente, R$ 700 mil, e as obras, que devem durar 45 dias, estão previstas para começar no final de dezembro. — Nosso medo é que pedaços de um centímetro que já caíram da argamassa não virem pedaços maiores que possam machucar alguém. É um trabalho de prevenção, e o terminal não vai ser interditado durante os reparos — explica Seleme.

Desde que foi fundado há 29 anos, a estrutura do prédio nunca passou por uma reforma, apenas reparos foram feitos nos banheiros, restaurante e lanchonetes. As 170 telhas, que pesam 37 toneladas cada uma, apresentam desgaste natural em decorrência da localização do edifício.

Segundo Seleme, a maresia (vento com salitre), típica de áreas perto ao mar, exige que a manutenção seja feita periodicamente, o que nunca foi feito. Para o presidente do Deter, Altamir José Paes, o Estado não tem competência para administrar o Terminal Rodoviário Rita Maria. — O Estado não está preparado e, por isso, o local não tem a manutenção que deveria ter. Foi uma situação de comodismo em que ninguém se comprometeu com a segurança do lugar. A saída é abrir uma concessão para a iniciativa privada, que teria melhores condições de administrar o terminal — afirma.
Apesar do caráter emergencial das obras, Altamir Paes garante que os usuários e trabalhadores do terminal não correm risco de se machucarem.

Segurança também preocupa
 
A falta de segurança no Terminal Rita Maria é apontada por usuários, lojistas e Deter como um dos principais problemas no local. Com uma área de mais de 15 mil metros quadrados, apenas dois vigilantes cuidam da segurança durante a madrugada, das 19h às 7h.
De dia, um vigilante fica no estacionamento. De acordo com o gerente do Deter, Nildo Teixeira, não se vê policial fardado dentro do Rita Maria: — Não adianta tapar o sol com a peneira, pois segurança aqui realmente não existe — lamenta.

Ele explica que há um uma companhia da Polícia Militar no anexo do terminal, mas não há apoio na segurança para os usuários. O taxista Jurandir Acelino, 59 anos, também afirma que não há policiamento. — A segurança aqui é problemática. Só vejo PM aos domingos para multar os carros — conta Jurandir.

De acordo com o comandante da área central de Florianópolis da Polícia Militar, tenente Vieira, cinco policiais fazem a ronda preventiva. À noite, são mais dois que cuidam da segurança no terminal: — Em um ano, somente duas ocorrências criminais foram registradas no Rita Maria. Aqui não há mais concentração de pedintes e moradores de rua, que usavam os espaços para dormir. Para mim, o terminal é quase uma fortaleza — diz.

Segundo piso em melhores condições
 
As lojas do segundo piso do Rita Maria pouco se parecem com os estabelecimentos que ocupam o andar de baixo. Se no andar térreo, a reclamação de quem trabalha diariamente no local é, principalmente, quanto às goteiras, no piso superior a vendedora Mari Pereira, 30 anos, diz que nem sabia que a rodoviária tinha esse problema: — Aqui em cima não tem goteira.

O segundo piso, que, ao contrário das outras lojas da rodoviária, está decorado com enfeites de Natal, é preparado para receber duas plataformas elevatórias para garantir acessibilidade. Elas já foram compradas e devem estar funcionando a partir do dia 15. Os equipamentos foram adquiridos por causa das salas que vão abrigar órgão públicos. Após essa transferência, 20 mil pessoas devem circular diariamente pelo terminal.


Fonte: Diário Catarinense(confira vídeos sobre a matéria)     Divulgação: No Trajeto

29/11/2010

Prefeitura discute com entidades a revitalização da Av. Dep. Edu Vieira

A prefeitura da Capital vai promover uma ampla discussão sobre a obra de revitalização da rua Deputado Antônio Edu Vieira, no Pantanal, com as entidades comunitárias da Bacia do Itacorubi.

Foto: Divulgação PMF
Para tanto, no dia 13 de dezembro, no Conselho Comunitário do Pantanal, vai acontecer uma audiência pública com a participação das secretarias de Transportes, de Obras, IPUF (Instituto de Planejamento Urbanos de Florianópolis) e Universidade Federal de Santa Catarina para a apresentação do projeto para a região.

No encontro as lideranças comunitárias e a população terão informações detalhadas do projeto de revitalização e de implantação de um binário para o sistema viário na região, estrutura da obra e as prováveis mudanças no trânsito e no transporte urbano.

A reunião está sendo coordenada pela Secretaria de Transportes, Mobilidade e Terminais e vai contar com a participação das entidades, técnicos da prefeitura, vereadores e ONGs ligadas à mobilidade e a acessibilidade.  

Fonte: PMF       Divulgação: No Trajeto

25/11/2010

Iphan autoriza construção do elevado do Terminal Rita Maria, em Florianópolis

Depois de quase dois anos de impasse, o elevado do Terminal Rita Maria, em Florianópolis, pode sair do papel. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que havia embargado a obra, autorizou o início dos trabalhos.

Um parecer do Iphan em Brasília favorável à construção do elevado foi entregue nesta segunda-feira à tarde à prefeitura, mas com algumas considerações, entre elas, a de que o pedestre seja priorizado e que o projeto garanta a visualização da ponte Hercílio Luz. — Com a realização da obra, nós já faríamos isso, portanto, são exigências fáceis de resolver — afirmou o prefeito Dário Berger.

A senadora Ideli Salvatti, que participou das negociações no Distrito Federal, diz que falta pouco para o começo da obra: — Só falta a assinatura do presidente do Iphan, porque o parecer técnico já libera a obra. E, na sequencia, assinado, o prefeito já tem condição inclusive de dar a ordem de serviço.

O elevado está orçado em R$ 9 milhões e deve comportar um trânsito de 50 mil veículos por dia. Ele dará livre acesso à avenida Beira-Mar Norte aos motoristas que entram na Ilha de Santa Catarina pela ponte Pedro Ivo Campos.

A obra terá 260 metros de extensão e ajudará a diminuir os congestionamentos no cruzamento próximo ao Terminal Rita Maria. Segundo a prefeitura, a ordem de serviço deve ser assinada nos próximos dias e o prazo de conclusão é de um ano e meio

14/11/2010

Lentidão até o natal na Av. Beira Mar Norte

Clique para ampliar

Rotas Alternativas

Em pouco mais de duas semanas de obras na avenida mais movimentada de Florianópolis, a Beira-Mar Norte registrou congestionamentos em toda sua extensão e refletiu no humor de pelo menos 60 mil motoristas que trafegam diariamente pelas seis pistas da via que dá acesso às principais praias e ao Centro da Capital. 

Para reduzir o tempo no trânsito, garantir o bom astral e evitar as filas, é possível cruzar a Ilha por rotas alternativas. Há opções para "desviar" do fluxo da Beira-Mar Norte por caminhos que não precisam, necessariamente, da via para se deslocar de norte a sul.

Por causa do recapeamento, que começa na rótula do Terminal Rodoviário Rita Maria e termina no Supermercado Angeloni, muitos usuários enfrentam tráfego lento nos horários de pico. 

Aplicação do Asfalto-borracha
Trabalhos só param das 17h às 19h30min

Machado enfatiza que, por enquanto, o congestionamento não é tão problemático, já que as obras estão sendo feitas na marginal, no sentido Centro-Bairro. O cenário, quando o recapeamento começar na pista principal, deverá ser mais complicado, avisa.

Motoristas devem ficar atentos, pois os trabalhos só param das 17h às 19h30min. Fora deste período, máquinas e homens aceleram o serviço para terminar no fim de dezembro. O prazo oficial para o fim das obras, que começaram no dia 28 de outubro, é de 120 dias. Até lá, pegue um desvio.

Asfalto novo 
Diferente do asfalto usado no ano passado para recapear a pista, que era com uma espécie de lama, o recapeamento da Beira-Mar Norte nesta temporada conta com um asfalto de borracha.
Ele é considerado mais resistente, além de ser uma tecnologia considerada ecologicamente correta. A durabilidade do material está estimada em 10 anos.
A obra está sendo realizada em etapas: começa com a retirada do asfalto danificado. Depois, é implantada uma estrutura para reforçar a base, chamada de geogrelha, e, por fim, o asfalto borracha. 

Fonte/Imagem: Diário Catarinense

28/10/2010

Obras na Beira-Mar Norte deixam trânsito lento em Florianópolis

As obras da Beira-Mar Norte, em Florianópolis, mal começaram e já causam dor de cabeça nos motoristas. No início da manhã desta quarta-feira o trânsito ficou mais lento nas imediações do Corpo de Bombeiros.

O trânsito no sentido centro-bairro funciona em meia-pista. Caminhões que transportam os materiais utilizados no recapeamento asfáltico ocupam a pista bloqueada.

A previsão é que o primeiro trecho seja finalizado em até 10 dias. Após, as obras ocorrerão entre as ruas Arno Hoeschel e Avenida Othon Gama d'Eça, no mesmo sentido. As outras partes ainda não foram estabelecidas.
 

Muita calma nessa hora
 
As obras do recapeamento do asfalto da principal avenida de Florianópolis começaram na quarta-feira. O prazo estabelecido no edital é de conclusão em 120 dias Para diminuir os transtornos no trânsito, as máquinas e os homens param de trabalhar nos horários de pico.

O recapeamento será feito entre a rótula do Terminal Rodoviário Rita Maria e o Supermercado Angeloni, em um trecho de 10 quilômetros. A obra deve ser concluída em 120 dias, conforme o edital. Mas, como será feita durante o dia e à noite, espera-se que o tempo seja menor.

Segundo o secretário de Obras da prefeitura, Luiz Américo, qualquer melhoria na Avenida Beira-Mar causa problema no trânsito, tanto no verão quanto no inverno.
_ Na temporada, tem um aumento no número de turistas, mas uma diminuição no número de estudantes, que estarão em férias. Além disso, começaremos a obra neste período porque ela foi bem planejada, e só agora conseguimos a liberação dos recursos do Banco de Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina (Badesc).

O recapeamento da Beira-Mar Norte conta com uma novidade: o asfalto borracha, considerado mais resistente, além de ser uma tecnologia considerada ecologicamente correta - a durabilidade está estimada em 10 anos.


Detalhes da obra:
Realizada em três etapas, a obra começa com a retirada do asfalto danificado. Depois, será implantada uma estrutura para reforçar a base, chamada de geogrelha, e, por fim, o asfalto borracha.

Prazo para conclusão:
120 dias

Começa onde:
Na rótula do Terminal Rita Maria

Termina onde:
Em frente ao Supermercado Angeloni

Tecnologia usada:
Asfalto borracha

Valor:
R$ 8,134 milhões


Matéria Adap.: Diário Catarinense     Divulgação: No Trajeto

26/10/2010

Projeto prevê para 2011 construção da Avenida Beira-Mar de Barreiros, em São José

Serão três pistas no sentido Sul e no Norte

Av. Leoberto Leal no bairro Barreiros/SJ

O bairro Barreiros, em São José, na Grande Florianópolis, deve ter sua Avenida Beira-Mar. A obra pode começar na metade do ano que vem e, conforme o projeto, terá pistas rápidas nos sentidos Norte e Sul.

As filas que se formam na Avenida Leoberto Leal, em horários de pico, não atrapalham os negócios do empresário Rodrigo Valmir Vieira, de 33 anos, dono de uma loja de acessórios automotivos. O movimento no local também depende do trágefo na região. Mas ele sabe que a tendência é que os problemas no trânsito se agravem cada vez mais.
— O pessoal é obrigado a ficar parado, olha para os lados e já conhece a loja — explica Rodrigo. Como boa parte dos empresários do bairro, Rodrigo sonha com a construção de uma Avenida Beira-Mar, que ligue o bairro à BR-101 e a Florianópolis.

Projeto já está no papel

A boa notícia é que o projeto para a construção já existe. E, se depender da prefeitura de São José, pode começar a ser construída no final do ano que vem. A primeira licença ambiental (chamada de licença prévia) já foi dada pela Fatma. Como depende de aterro no mar, é necessário fazer um estudo de impacto ao meio ambiente.


Para desafogar o trânsito

Se tudo sair como o planejado, a Beira-Mar de Barreiros terá três pistas no sentido Sul, três no sentido Norte, mais uma marginal com outras duas (ida e volta). Todas terão acesso para o bairro. De acordo com o secretário de Projetos Especiais de São José, o engenheiro civil Aurélio Castro Remor, a intenção é solucionar o trânsito para os próximos 50 anos.
— Temos os exemplos das outras avenidas Beira-Mar construídas em Florianópolis e São José e pudemos aprender com os erros que já aconteceram — explica o secretário.


Custo é alto e ainda não há dinheiro

Ao todo, devem ser aterrados 1 milhão de metros quadrados de mar, entre Barreiros e a entrada de Biguaçu. A via, quando construída, terá 3,6 quilômetros de extensão e o aterro cerca de 500 metros de largura. Além de caminhódromo, ciclovia e academias a céu aberto, a área deve contar com outros pontos de convivência.
Como qualquer grande obra, porém, a execução da Beira-Mar de Barreiros deve custar caro: pelo menos R$ 140 milhões. A intenção da prefeitura é pleitear recursos estaduais, federais e financiamentos, para colocar o projeto em prática.


Fonte: Diário Catarinense     Divulgação: Blog No Trajeto     Imagem: Hermínio Nunes

24/10/2010

Asfalto da Beira-Mar Norte, será restaurado durante o Verão


Asfalto borracha: Solução para Av. Beira Mar Norte
 A restauração do asfalto da avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis, deve começar na próxima semana. A revitalização será entre a rótula do Terminal Rodoviário Rita Maria e o Supermercado Angeloni, em um trecho de 10 quilômetros. A previsão é de que a obra leve 120 dias para ser concluída. Portanto, uma parte do Verão será de transtornos no trânsito. 

De acordo com o gerente de contrato da Sulcatarinense Márcio de Abreu, empresa que ganhou a concorrência com o valor de R$ 8,134 milhões, vão ser restauradas as pistas principais e as marginais. A novidade é que será usado o asfalto borracha, uma tecnologia ecologicamente correta.
Assunto é bem divulgado na mídia
 
 O produto foi pesquisado por quatro anos pela professora de engenharia civil da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Liseane Thives. Segundo ela, embora pareça mais caro no início, o asfalto borracha se torna viável porque é mais resistente e dura mais. É que esperam os moradores de Florianópolis, já que outras reformas foram feitas nos dois últimos anos, mas os buracos continuaram.

A obra terá três etapas. Primeiro, o asfalto danificado precisará ser retirado para a colocação de um novo. Depois, será implantada uma estrutura chamada de geogrelha para reforçar a base. Por último, o asfalto borracha será colocado por toda a Beira-Mar.

Quanto ao trânsito, já dá para esperar transtornos em uma das vias mais movimentadas da cidade. Foi assim nas obras de 2008 e 2009. Márcio de Abreu disse que as melhores alternativas serão estudadas junto com a prefeitura, Guarda Municipal e Polícia Militar.

— Pretendemos ter flexibilidade no horário, e alguns trabalhos serão à noite. De qualquer forma, ela nunca ficará totalmente interditada. Na maioria dos locais há três pistas, e apenas uma será fechada para os carros — explicou.

 
Fonte: Diario Catarinense/Noticias do Dia      Imagem: Diogo Carvalho

16/10/2010

Sai edital para duplicação da SC 401

O Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) lançou (5/10) o edital de licitação para a obra de duplicação do trecho da SC 401 entre os acessos a Jurerê e a Ingleses, no Norte da Ilha de Santa Catarina. O serviço está orçado em R$ 17,8 milhões, e a empresa vencedora da concorrência terá um prazo de 450 dias para conclusão dos trabalhos.

Verão será de filas na SC 401
A previsão é de que a ordem de serviço seja liberada em até 60 dias. A empreiteira, no entanto, deverá se comprometer a iniciar os trabalhos sem prejudicar o trânsito na rodovia na alta temporada. “Vamos cobrar este compromisso da empreiteira”, destacou o secretário de Estado da Infraestrutura, Rubens Spernau.

O trecho licitado tem 4,28 quilômetros e vai do entroncamento da SC 402, em Jurerê, ao entroncamento com a SC 403, em Ingleses. O projeto prevê duas pistas novas no sentido Centro-Bairro, readequação das faixas atuais (todas terão 3,5 metros de largura) um viaduto no Bairro Vargem Pequena, pistas marginais, calçadas, acostamentos de 2,5 metros e ciclovias dos dois lados da rodovia e ao longo de toda
a extensão do trecho.

Atualmente tem um fluxo médio diário de 25 mil veículos, que durante a alta temporada sobe para 40 mil em média.

Fonte: Correio SC     Imagem: Susi Padilha

09/10/2010

Promessa: Trevo da Seta pronto no verão


A promessa
Na próxima semana,  a Prefeitura de Florianópolis começa a executar as demolições no Rio Tavares e planejar o acesso do Elevado sobre o Trevo da Seta para a SC-405 e Aeroporto Internacional Hercílio Luz, no Sul da Ilha. A intenção da Secretária de Obras é entregar o viaduto à população neste verão.

Foto: Renato Aguiar
A concretização (?)
De acordo com o Secretário Luiz Américo, mais da metade da obra já foi concluída. Ele explicou que a estrutura do elevado está pronta e ressaltou que, atualmente, estão sendo executados os encaixes das alças do viaduto às pistas de rolagem. A etapa seguinte será a construção de terraplenagem e os acessos ao aeroporto e à rodovia SC-405. 

Dados da Obra
O elevado está orçado em R$ 16 milhões. Um terço deste valor será pago pela prefeitura e o restante pelo governo do Estado.  A extensão total do viaduto, com as duas rampas de acesso, será de 340 metros. Uma pista com duas faixas flui no sentido Centro/Bairro e a outra, também com duas faixas, Bairro/Centro. Com 18,60 metros de largura, as duas pistas do elevado serão suficientes para dar vazão ao fluxo de veículos em horários de pico.

O que o prefeito fala
O prefeito Dário Berger afirmou que a obra é prioridade número um em seu governo e garantiu que, após a sua conclusão, as intermináveis filas na Via Expressa Sul e na rodovia SC-405, no Sul da Ilha, estarão com os dias contados. “Este elevado já deveria ser construído há muito tempo para terminar com o sofrimento da população do Sul da Ilha que quer ir para casa depois de um dia de trabalho”. 

Elevado do Trevo da Seta, é a única solução?
Opinião do Blog:
O elevado do Trevo da Seta vai descongestionar o trânsito para quem quer ir ou voltar do Aeroporto Hercílio Luz, ou mesmo para a Ressacada. Entretanto para quem desloca-se ao Sul da Ilha(SC-405) a fila já existente não será extinguida, pois quem vem da Via Expressa Sul(3pistas), passando pelo Elevado do Trevo da Seta(2pistas) seguirá pela SC-405 somente com 1pista para cada sentido, ou seja, formará um funil, contribuindo para a continuidade das filas no horário do 'rush'. Tomara que o resultado seja totalmente diferente desse, facilitando realmente o acesso ao bairros do Sul da Ilha.

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Fonte: PMF     Imagens: Renato Aguiar

Humanização da Av. Paulo Fontes avança devagar



Premiação entregue


A Prefeitura Municipal de Florianópolis realizou na manhã desta sexta-feira, 24, a Cerimônia de Premiação do Concurso Nacional de Arquitetura e Urbanismo para revitalização do Boulevard do Mercado Público. Os vencedores foram Hector Vigliecca (1º Lugar), Henrique Hugo Brena Nadotti (2º Lugar e Leonardo Arnold Mader (3º Lugar).


Projeto vencedor
Uma das preocupações em relação aos projetos apresentados era dar prioridade aos pedestres, contemplar outras modalidades de acessibilidade pública, atender toda estrutura de transporte e dar um tratamento condizente às novas necessidades de uma cidade sustentável. O objetivo é organizar o espaço do Centro de compras popular no Largo do Mercado Público dando assim mais conforto aos comerciantes e principalmente à população, além de valorizar o patrimônio histórico existente.

Ronald Werner representante e associado do vencedor do concurso, Hector Vigliecca, realizou a apresentação do projeto que contará com diversas ações como desdobramento do solo urbano, solo inferior com comércio e estacionamento, parede de pedra evidenciando a fachada histórica.

“Este espaço é muito importante para nossa cidade” disse o prefeito Dário Berger destacando ser esta uma obra que representa grandes conflitos: “se não fizermos também será um grande conflito. Os pedestres estavam disputando o espaço com os carros – esta situação chegou no limite extremo – nós precisávamos tomar providências”.


A Humanização na região central

Na mesma ocasião o prefeito assinou o contrato de trabalho com a Empresa Vigliecca e Associados para a execução e desenvolvimento do Projeto Arquitetônico do Largo do Mercado Público previsto para começar em janeiro de 2011. A licitação para a obra tem um custo estimado de R$ 25 milhões, que segundo diz o prefeito pretende viabilizar recursos privados.

Nota do Blog: A região citada, no largo do mercado público e do terminal central(TICEN) está longe de ser humanizada, não só pelo atraso burocrático para a obra acontecer, mas pela quantidade de vendedores ambulantes que comercializam uma variedade enorme de produtos em pleno calçadão da Av. Paulo Fontes, dificultando o 'ir e vir' de inúmeros usuários do transporte coletivo, bem como turistas que nem bem chegaram a Ilha da Magia já deparam-se com vendedores no meio da calçada atrapalhando a locomoção.


Fonte: PMF     Matéria Adap.: Blog No Trajeto

12/09/2010

Transporte Marítimo na Palhoça

Projeto ainda deve passar por votação e pode ser implantado até o final do ano 


A prefeitura de Palhoça, na Grande Florianópolis, quer implantar até o fim do ano um sistema de transporte marítimo para ligar o Centro à praia da Pinheira. No verão, um motorista pode demorar mais de duas horas para trafegar entre os dois trechos. Com o novo transporte, a expectativa é reduzir este tempo para cerca de 30 minutos. 

A previsão de que o sistema esteja pronto até o fim do ano é do secretário de Desenvolvimento de Indústria, Comércio e Serviço, Josué da Silva Mattos. Só que um projeto de lei precisa ser aprovado pela Câmara de Vereadores antes de ser aberto o edital de licitação. 


Nem os valores da obra estão previstos. De acordo com secretário, a análise dos custos, que precisarão estar no edital, estão sendo feitas por técnicos da prefeitura. 


Clique na imagem para ver o trajeto marítimo



- A análise já está atrasada por causa da aprovação do projeto de lei e da vistoria da Marinha, que aconteceu na terça-feira. No serviço público, um órgão depende do outro. Se tudo correr bem, queremos que o projeto esteja implementado até o fim do ano - planeja o secretário. 


O prefeito Ronério Heiderscheidt havia falado em um outro prazo de termino da obra: outubro.




O diretor do Centro de Engenharia de Mobilidade da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Acires Dias, disse que não dá para avaliar os prazos sem analisar o projeto. Mesmo assim, afirma que a ideia é ousada. 

Para o engenheiro Silvio dos Santos, especialista em transporte aquático e doutorando em Transporte Intermodal na UFSC, pelo menos um ano deve ser gasto até a implementação do sistema. 

- Tem uma série de procedimentos pela frente, como abrir o edital e conseguir as licenças ambientais da Fundação do Meio Ambiente (Fatma) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), fazer estudos sobre medições de correntes e ondas, fora os imprevistos. Não é um projeto complexo, mas demorado - avaliou. 





Nota do Blog: É importantíssimo o planejamento de implementação de outros modais de transporte coletivo na Grande Florianópolis, é notável o inchaço das vias nos horários de pico. A criação de políticas públicas voltadas para a mobilidade urbana é a saída mais fácil dos congestionamentos, porém longe de ser a mais pautadas no planejamento governamentais no Brasil.




Fonte: Via Palhoça - DC     Divulgação MobFloripa/No Trajeto

29/07/2010

Av. Beira Mar Norte deve receber asfalto de borracha

Expectativa da prefeitura é terminar a obra até fim de dezembro


Av. Beira Mar Norte receberá camada de asfalto nova.
Está aberto o edital para recuperação asfáltica do trecho entre o Terminal Rodoviário Rita Maria e a rótula do Centro Integrado de Cultura (CIC), na avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis. Uma das regiões mais movimentadas na Capital terá um diferencial: será coberta com asfalto borracha, alternativa ecologicamente responsável e com maior durabilidade.

A moderna tecnologia foi usada em obras entre Capinzal e Joaçaba, no Meio-Oeste, e na pista de kart, no Norte da Ilha de Santa Catarina, além de aplicação também no Morro da Lagoa.

Diferente do que ocorreu no começo do ano quando a recuperação do trecho foi interrompida pelas chuvas, a aplicação do produto pode ser feita inclusive com o tempo ruim: — Só não podemos fazer a aplicação quando a chuva estiver caindo, mas isso será possível mesmo com o local úmido — explica o secretário de Obras, Luiz Américo Medeiros. Como a alta temperatura não interfere no resultado da aplicação do produto, o trabalho poderá ser feito durante o dia.

Pelos cálculos do secretário, serão necessários 200 metros quadrados de cobertura asfáltica. Estima-se que 6% deste total sejam da 'massa' resultante do pneu triturado. O processo é considerado simples e 'um pouco mais caro'. O secretário não soube comparar os valores entre o processo de asfalto comum e o que utiliza a borracha.
A ordem de serviço deve sair dentro de 30 dias. A expectativa da prefeitura é que a obra termine até o final de dezembro.

Buracos
Recapeamento deve ser concluido até dezembro.

Enquanto isso, o anúncio da nova tecnologia refresca a memória dos usuários. Quase um ano depois, moradores e turistas se deparam com mais uma promessa envolvendo a via. Em setembro do ano passado começou o recapeamento entre a rótula da rodoviária e o elevado de acesso à Avenida da Saudade.

Houve muita confusão no trânsito com longas filas e congestionamentos. Buracos no asfalto restam como prova da obra de R$ 8 milhões. Agora, é esperar para ver se esta borracha apaga de vez com os transtornos causados pela buraqueira em uma das mais belas avenidas da Capital.

Confira aqui como é feito e as principais diferenças sobre o asfalto comum e o produzido com borracha

                                                                 Matéria adapt.: No Trajeto     Imagens: Diogo Carvalho

01/07/2010

Avenida Beira-Mar Norte, deve receber asfalto de borracha

Em menos de dois anos ocorreram duas tentativas de revitalizar a Beira-Mar Norte, em Florianópolis, mas os buracos continuam. Nesta quarta-feira, porém, o secretário de Obras da cidade, Luiz Américo Medeiros, anunciou o que pode ser uma solução para o problema: a colocação de asfalto de borracha na via.

O produto, pesquisado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), é mais durável que o asfalto comum. Foram quatro anos de pesquisa e testes em Florianópolis e Portugal até se chegar à fórmula atual.

— A custos iniciais, o asfalto de borracha é um pouco mais elevado que o asfalto convencional, mas diante da durabilidade e resistência mecânica chega a ser 32% mais barato — explica a professora de engenharia civil da UFSC, Liseane Thives.

O projeto foi premiado pelo Instituto Brasileiro do Petróleo e, apesar de a pesquisa ter sido feita em Santa Catarina, só em duas estradas foi utilizada a malha de borracha no Estado — uma entre Joaçaba e Capinzal, no Meio-Oeste, e outra em Massaranduba, na região Norte.

Liseane Thives esclarece que o asfalto é comprado de uma indústria e pode, sem dúvida, ser aplicado nas ruas de Florianópolis. O secretário de Obras, garante que já se estuda aplicar a malha de borracha em outras ruas da Capital.

Medeiros diz que nesta semana será lançado edital de licitação da obra, que deve ser iniciada em 60 dias. Ainda conforme o secretário, a previsão de execução é de 120 dias.


Acompanhe a matéria do Jornal do Almoço(RBSTV)

Fonte: Diário Catarinense/RBSTV     Imagem: Diogo Carvalho